segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Sapo sapiente e a Beleza da Fera em um País das Maravilhas.

Seria a nossa natureza?
Impulsionando-nos a constante busca daquilo que nos falta?
Seria nossa natureza comum, ter algo faltando?

O questionamento primário, por um propósito, quando sanado, dá origem a novas origens, a novos tempos tempestuosos, de tempestades ensolaradas de dias quentes e felizes mesclados a tristeza fria do inverno congelante de nossos corações.

Confuso?
Ambigüo?
Sim e não.
Não e sim.

A vida é mais fácil quando aceita-se a própria natureza.
Mas pode ser, da mesma forma que reconfortante, entristecedor, desesperador...

É claro, é simples, é empolgante e ao mesmo tempo triste de certa forma.

Lá estamos nós, agora mais fortes que outrora, é possível olhar para trás...
É possível ver, o quantos fomos ingênuos, o quanto fomos idiotas, o quanto fomos espertos, e é possível ver que cada um daqueles elementos era mesmo importante afinal.
Pois foi a soma de cada um deles que nos levou afinal, ao hoje, e pasmem, não ao final, ainda não.

Pois toda história tem um começo,
todo começo possui uma continuação,
toda continuação leva a uma escolha,
toda escolha é uma encruzilhada,
alguém escolhe, eu escolho, você escolhe,
alguém sai ganhando, alguém sai perdendo,
e a história termina.

Mas, o que não fora dito, é que ela não tem fim, nada tem, ao menos, não a princípio.
Pois toda ação leva a uma reação, o que por sua vez caracteriza um evento, que eventualmente termina, mas nada tem fim, antes do final.

Seria o fim? Sim.
O último fim? Certamente não.
Assim como é o início, mas este não o é, o primeiro, quiça o último.

Por que estou escrevendo agora?
Senti vontade, certamente, há um propósito para isso, para estas palavras, para a sua leitura, para a sua interpretação, e isto está de acordo com o meu propósito?
Talvez.
Você saberá com certeza?
Não.
E essa é a graça do jogo, é que você ainda não conhece todas as regras, você joga agora, ao vivo, com os fatores que vem até você, ou que saem de você.
Eu estou jogando agora?
Sim.
Eu jogo bem?
Depende.

Por hoje é só, basta saber, recobrei o equilíbrio, aceitei minha natureza, agora semi-completo, estou muito mais poderoso, isso é bom? É bom para você? O quanto este notável fato influenciará
o que vem pela frente?

Segredo.

Divirta-se, seja feliz.
Pois, eu, o faço.

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